O que chamamos de amor é apenas o álibi consolador de um perverso com uma puta;
O que chamamos de amor é o véu rosado que encobre o rosto assustador da solidão;
O que chamamos de amor é a carapaça de cinismo, que vestimos, ao castrar nosso coração;
O que chamamos de amor é tudo aquilo que encontramos para alienar a depressão pós-coito;
O que chamamos de amor é toda a justificativa que damos para a fornicação;
O que chamamos de amor é toda aquela ladainha pré-cópula que consolida o orgasmo;
O amor é a quintaessência do belo, do bem, do verdadeiro, do puro, do único, do digno, do correto, do essencial...
Nós o remodelamos para disfarçar nossa face escrota e para subliminar uma existência mesquinha...
This is it!
Mona M.
O que chamamos de amor é o véu rosado que encobre o rosto assustador da solidão;
O que chamamos de amor é a carapaça de cinismo, que vestimos, ao castrar nosso coração;
O que chamamos de amor é tudo aquilo que encontramos para alienar a depressão pós-coito;
O que chamamos de amor é toda a justificativa que damos para a fornicação;
O que chamamos de amor é toda aquela ladainha pré-cópula que consolida o orgasmo;
O amor é a quintaessência do belo, do bem, do verdadeiro, do puro, do único, do digno, do correto, do essencial...
Nós o remodelamos para disfarçar nossa face escrota e para subliminar uma existência mesquinha...
This is it!
Mona M.
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